álvaro

Mini Biografia

Álvaro Andrade Garcia, Belo Horizonte MG, 1961. É poeta e também escreve prosa, ensaios e roteiros. Tem 12 livros de poesia e 3 de prosa publicados. Diretor de audiovisual e multimídia, faz videopoemas e poesia digital para internet, aplicativos multimídia e videoinstalações interativas. Toda sua obra se encontra em www.sitio.art.br e www.ciclope.art.br.

Biografia

Álvaro Andrade Garcia escreveu ensaios e crônicas para o segundo caderno dos jornais Estado de Minas e Correio Braziliense, caderno Ideias do Jornal do Brasil e caderno Engenho e Arte do jornal O Tempo. Em 2001, seu poema O Buda da Palavra participou da instalação Bunker Poético, de Harald Szeemann, na 49ª Bienal de Veneza. Tem poemas publicados na revista 34 letras e no suplemento literário de Minas Gerais. Participou da antologia Taquicardias, da Temporada de Poesia, do projeto Poesia Orbital e do jornal 10 Faces. Na década de 1980 criou com outros autores uma Oficina Literária Informatizada que exibiu videopoemas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. como membro da Oficina veiculou poemas em rádio, televisão e em ônibus da região metropolitana de Belo Horizonte; publicou também Operação Caimán, uma paródia de best seller. Participou mais de uma vez da Zip – Zona de Invenção Poesia &, exibindo trabalhos de poiesis digital. Desde a década de 1990 dirigiu inúmeros projetos multimídia, audiovisuais, sites e portais na internet. Projetos dirigidos por Álvaro com grande audiência foram o site Cidades Históricas Brasileiras, o documentário Ouro Preto: Ouro Preto, exibido na Rede Minas de Televisão e os CD ROMs BH 100 Anos e Museu de Arte da Pampulha. A revista eletrônica Zapp Cultural, editada com a Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, e o vídeo interativo Descobrindo o Brasil, com atores do grupo de teatro Galpão, receberam o Prix Mobius de Multimídia e representaram o Brasil em Paris, em 1997 e 2000. Em 2006, durante o 38 Festival de Inverno da UFMG, participou da obra coletiva Palavrador, exibida na ACM SIGGRAPH 2007 Art Gallery – Global Eyes e incorporada ao volume 2 do catálogo da Electronic Literature Organization. Destaca-se também sua instalação audiovisual interativa Sertão de Minas, exibida em Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e França, entre 2005 e 2007, que inspirou depois outra obra audiovisual transmídia: Sertão Vivo, exibida de 2009 a 2015 no Espaço Israel Pinheiro, em Brasília e exibida durante quatro anos no Espaço do Conhecimento UFMG, em Belo Horizonte. Sertão Vivo também podia ser acessado na internet e em app. Em 2012 lançou no Espaço do Conhecimento UFMG o app poético Grão e o software livre de publicação digital Managana, desenvolvido em parceria com Lucas Junqueira no ateliê Ciclope. O poema e o software foram exibidos em junho de 2015 no festival E-Poetry, promovido pela Universidade de Buffalo – USA e Universidad Nacional de Tres de Febrero, no Centro Cultural Borges em Buenos Aires. Grão foi também exibido em Lima, no Peru, em maio de 2015. O autor participou da obra digital coletiva Liberdade, produzida em dezembro de 2013 no II Simpósio Internacional e VI Simpósio Nacional de Literatura e Informática, promovido pelo Núcleo de Pesquisas em Informática Literatura e Linguística da UFSC. A obra poética foi incorporada ao catálogo da Electronic Literaturature Organization vol 3 em 2015. Em agosto de 2014 fez o declame poético O Gesto da Palavra, no Memorial Minas Gerais Vale. Em 2015 participou do app Sarrià, com Alckmar Santos e Wilton Azevedo. Em junho de 2016 lançou Poemas de Brinquedo, publicação transmídia de poesia, disponível em app e também em livro impresso e formato e-pub. Em 2017 participou da ELO’17, conferência e festival promovido pela Electronic Literature Organization em Porto, Portugal, onde apresentou seus livros eletrônicos Poemas de Brinquedo e Grão, e o software livre de publicação digital Managana. Em 2017, Poemas de Brinquedo foi finalista no Prêmio Jabuti na categoria Infantil Digital. No mesmo ano, participou do projeto ArteLiberdade. Em 2020 participou da antologia de poesia mineira contemporânea Entrelinhas, Entremontes.

Álvaro hoje continua ‘escrevendo’ sua obra, seja qual for o meio, e trabalha na finalização de dois romances.

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